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 INTRODUÇÃO:
Aids é uma doença provocada pelo vírus da imunodeficiência humana, o HIV. Já a sigla Aids significa síndrome da imunodeficiência adquirida. Isso quer dizer que o vírus ataca as defesas do organismo, que fica debilitado e, portanto, suscetível às infecções oportunistas – doenças que se aproveitam de sua fraqueza. Ser portador do vírus – ou seja, ser soropositivo – não necessariamente significa ter Aids. Muitas pessoas infectadas com o vírus não correm risco de desenvolver a doença.

SINTOMAS:
Ao contrair o vírus, a pessoa tem sinais muito parecidos com os de uma gripe, ou seja, mal-estar e dor no corpo. Depois disso, a resposta do organismo varia de pessoa para pessoa, dependendo do subtipo de vírus, da quantidade de microorganismos no corpo, de fatores genéticos e da imunidade desse indivíduo. Em geral o HIV fica incubado por até seis meses antes de ser detectado por algum exame. A contagem de células de defesa – as chamadas cd4 – é um parâmetro para se identificar a Aids. O ideal é que a contagem de cd4 esteja acima de 500. Quando o número cai para menos de 200, há indícios de Aids, mesmo se a pessoa não apresentar sintomas. As inúmeras doenças oportunistas – cada órgão é sujeito a um tipo de enfermidade – só surgem quando a Aids já está em nível mais avançado.

TRATAMENTO:
Ainda não é possível matar o vírus, mas o diagnóstico precoce faz toda a diferença quando se trata de qualidade de vida. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maior é a chance de o paciente demorar muito até chegar a manifestar algum dos sintomas da doença. Os coquetéis de drogas são capazes de conter a multiplicação do HIV no organismo. Desse modo, o sistema de defesa pode se recuperar, durante um bom tempo, para restaurar a imunidade. Um dos maiores problemas no combate ao vírus é que ele sofre constantes mutações genéticas, ou seja, altera sua estrutura. Por isso, novos remédios são constantemente desenvolvidos para enfrentar o inimigo mutante. É importante tomar os medicamentos regularmente para evitar o surgimento de vírus resistentes às drogas atuais. Hábitos saudáveis. como boa nutrição, higiene e uma vida tranqüila, são essenciais para ajudar o sistema imunológico em sua recuperação.

PREVENÇÃO:
Os preservativos são a forma mais segura de prevenir a transmissão do vírus pelo contato sexual. Os consumidores de drogas nunca devem compartilhar a seringa. O HIV mantém-se vivo por pelo menos um mês em seringas usadas. Outras formas de contaminação são transfusões de sangue contaminado. Durante a gestação, o parto e a amamentação, a mãe soropositiva pode transmitir o vírus a seu filho.
 

 

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