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- Além da dieta balanceada e da
correta escolha e combinação dos alimentos, é necessária uma mudança de hábitos
para se obter uma melhor digestão e assimilação dos nutrientes
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- Alimentar-se nos horários corretos
Existe um ritmo biológico natural do organismo, segundo a teoria do ciclo
circadiano, preconizando que a cada duas horas um órgão ou função orgânica está
mais polarizado.
- O estômago, por exemplo, entre as 7 e 9 horas se encontra mais
apto a receber a primeira refeição do dia, sendo portanto, ideal que esta seja
mais rica e variada. Realizar o almoço seis horas após a refeição matinal e o
jantar entre 19 e 21 horas, não ingerindo nesta, alimentos em excesso e de
difícil digestão, pois estando o metabolismo digestivo diminuído neste horário,
uma sobrecarga pode prejudicar o sono fisiológico noturno.
Procurar alimentar-se com prazer
É óbvio que o melhor é alimentar-se com tudo aquilo que é saudável, mas também
é fundamental escolher alimentos que façam do ato alimentar um prazer.
Valorizando-se o verdadeiro paladar dos alimentos e oferecendo ao mesmo tempo o
que há de melhor para o seu organismo, é uma enorme demonstração de
auto-estima.
Mastigar os alimentos lentamente
A digestão dos alimentos tem origem na boca através da mastigação e salivação.
Portanto, é preciso deixar por um longo tempo o alimento em contato com a
saliva, na boca, para que a digestão comece de forma mais efetiva.
Além disso, uma correta mastigação atua na sensação de fome e saciedade, que é
controlada pelo hipotálamo, no cérebro. O nível de glicose no sangue,
proveniente da digestão dos carboidratos, se eleva durante a digestão,
transmitindo ao cérebro um estímulo no centro nervoso de saciedade. Isso leva
de 15 a 20 minuto. Se engolirmos o alimento sem mastiga-lo bem, acabamos por
necessitar ingerir uma maior quantidade de alimentos durante o tempo que o
cérebro necessita para transmitir a sensação de saciedade. Portanto, uma
mastigação correta e adequada pode levar a uma menor necessidade de ingestão e
alimentos, com conseqüente perda de peso. A desatenção e a pressa durante o ato
de comer estão intimamente relacionadas à obesidade. Uma mastigação correta
estimula os músculos da face e os dentes, ativando a circulação sangüínea dessa
região. A mastigação lenta e efetiva, aliada a uma postura de calma e
tranqüilidade frente ao ato de se alimentar, pode repercutir em melhoria da
digestão e bem-estar. Na nossa cultura contemporânea, onde a velocidade impera,
é importante parar para perceber o verdadeiro sabor dos alimentos e imprimir um
ritmo e uma forma saudável para alimentar-se e viver.
Não utilizar líquidos durante as refeições
No estômago, o ácido clorídrico e outras enzimas digestivas originam um meio
ácido importante para a digestão de alimentos. Uma manutenção constante desta
acidez durante o processo digestivo permite uma melhor atividade desse
processo; contudo, a administração de líquidos durante as refeições diminui a
acidez e a concentração de enzimas, dificultando e aumentando o tempo de
digestão dos alimentos no estômago. Assim, o ideal é não consumir líquidos até
meia hora antes e duas horas após as principais refeições.
Alimentar-se com dietas leves nas crises emocionais
Quando o estado emocional apresenta-se alterado, com agitação, nervosismo,
cansaço e preocupações, há uma diminuição das secreções gástricas, prejudicando
o processo digestivo. Por esse motivo, é importante não ingerir alimentos de
difícil digestão nos momentos em que essas alterações estejam presentes, dando
preferência pra alimentos como saladas, sucos de verduras ou frutas.
Uma alimentação saudável que proporcione uma eliminação adequada das toxinas
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A capacidade do organismo em assimilar os nutrientes é apenas uma parte de sua
funções para manter um estado de saúde. Porém, o organismo necessita também
eliminar os resíduos tóxicos e esse processo é tão importante quanto a
assimilação dos nutrientes essenciais. Assim, o correto funcionamento dos rins
e intestinos, através da ingestão adequada de água e fibras vegetais é um
procedimento natural, visando um incremento na eliminação das toxinas e
contribuindo para a manutenção do equilíbrio orgânico.
A atividade física
Todo organismo se beneficia com a atividade física regular, principalmente
pelos resultados de melhoria nas funções cardiovascular e respiratória; isto
porque ocorre uma ampliação do transporte de oxigênio e nutrientes para todas
as células orgânicas.
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- Paralelamente, também há uma ampliação do transporte de
dióxido de carbono e toxinas metabólicas das células para a corrente sangüínea
e, finalmente, para os órgãos depuradores, ou seja, pulmões, fígado e rins,
facilitando a remoção dos detritos do organismo. Contudo, a atividade física
regular é particularmente importante para se reduzir o risco de doenças
cardíacas, por promover um aumento na capacidade funcional do coração, através
da redução da pressão arterial e a obesidade.
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- Além disso, segundo um estudo
científico publicado pelo American Journal of Epidemiology, a atividade física
regular está fortemente associada com a diminuição de estados depressivos,
ansiedade, insônia, esgotamento físico e mental. Todavia, antes de iniciar um
programa de atividade física, é muito importante uma avaliação médica geral e
cardiológica, principalmente sendo fumante e apresentando mais de 35 anos de
idade. As melhores atividades são as caminhadas em ritmo moderado, andar de
bicicleta, a hidroginástica e a dança aeróbica.
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- Um mínimo de 15 a 20 minutos de
exercícios na freqüência de treinamento individual pelo menos três vezes por
semana são necessários para se promover algum benefício no organismo.
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